CAPÍTULO III ERAM OS BEATLES UNS BILLPUXOS? O terceiro capítulo da Verdadeira História dos Bill Puxos é, na verdade, a tese do recente doutoramento do Dr. Manchester Fields, Ph.D. na Lost Memorial University, de Burminghan, Inglaterra (junho de 2000). O doutor Fields alcançou notoriedade mundial com sua descoberta revolucionária: antes de encadernar no grupo atualmente conhecido como Bill Puxos e seus Thenesmos, a entidade-mãe billpuxesca tentou, por todos os meios naturais e sobrenaturais, ocupar as mentes e corpos dos quatro rapazes de Liverpool conhecidos como The Beatles.
Esse documento, guardado a sete chaves pelos poderosos das indústrias fonográficas (principalmente depois que as canções dos Beatles passaram a ser acervo da Sony Music), foi divulgado parcialmente em um site da Internet voltado para fenômenos paranormais. Depois de muita pesquisa - incluindo-se suborno de um alto executivo da Apple - estamos divulgando, na íntegra e sem qualquer corte, o teor completo da tese do dr. Fields.
Tentamos obter uma entrevista com a autor, mas não conseguimos: o homem desapareceu e não deixou endereço. Depois de fugir do Royal Mental Diseases Buckinghan Hospital, Dr. Fields teria entrado como clandestino no Paraguai, de onde teria vindo para o Brasil, disfarçado de sacoleiro. As únicas pistas existentes apontam a possibilidade de que o Dr. Manchester Fields esteja vivendo hoje, incógnito por medo de represálias, como pipoqueiro e vendedor de paçoquinhas de Piranguinho, na pequena cidade mineira de Cruzália, perto de São Thomé das Letras.
ABAIXO, TODA A TESE DO MISTERIOSO DR. FIELDS: ERAM OS BEATLES UNS BILLPUXOS?
Obs: no processo de digitalização do texto, substituímos todos os ANEXOS originais por LINKS, tornando mais rápida a leitura do texto principal. Dessa maneira, cada palavra sublinhada, como esta, aponta para um documento, foto, ou arquivo sonoro que fazem parte da tese original. Mais que uma tese, um tesão!
Lost Memorial University - Burminghan, Inglaterra - Doutorado em Ciências Naturais e dos Fenômenos Supra-Físicos aplicados aos eventos conspícuos Dr. Manchester Fields, Ph.D. ERAM OS BEATLES UNS BILLPUXOS?
(uma proposta científica sobre o fim do quarteto)EPÍGRAFE: UMA LETRA DOS BEATLES
Dedicatória
Dedico esse trabalho a Allan Williams, primeiro ser humano a acreditar nos Beatles. Era dele a perua que levava os instrumentos do quarteto, para toda a Europa, nos primeiros anos do grupo. Não sei que fim teve esse sujeito.
PARTE I - OBJETIVOS O presente trabalho pretende esclarecer, à luz da moderna técnica científica, fenômenos ainda não explicados que aconteceram aos componentes do grupo musical The Beatles no final dos anos sessenta, e que culminaram pela dissolução do grupo.
Utilizaremos a técnica da Investigação retrospectiva semiótica de bases oníricas, desenvolvida por Scornicoff (1), acrescida de métodos analíticos e psicanalíticos compilados por Goebells (2).PARTE II - CONTEXTUALIZAÇÃO Os fatos aqui citados tiveram lugar entre 1965e 1969, na Inglaterra e em outros lugares por onde andaram os Beatles. Naquele tempo, o mundo passava por mudanças radicais e - pensavam os pais daquela época - nada poderia ser pior do que a liberdade sexual e o uso da maconha - marcas registradas da geração hippie. Sobre esse aspecto, ver o livro de D.J. Thomas, From hippies ato yuppies: a shit path.
Citamos abaixo alguns fatos relevantes do final dos anos sessenta; cada leitor fará sua análise, para compreender o ambiente onde acontecem os datos aqui narrados, e fazendo uma comparação com nossos dias.1. Existia o muro de Berlim, que, simbolicamente, dividia o mundo em comunistas (inimigos vermelhos e comedores de criancinhas) e nós (resto do mundo e fornecedores de criancinhas). Esse muro, supostamente construído pelo engenheiro brasileiro S. Naya) acabou desabando no início dos anos noventa; o dono da construtora refugiou-se em Miami, onde casca o bico de rir e tomar champagne em taças de plástico "só prá humilhar" - palavras dele. O desabamento ficou conhecido como "a queda do muro" , e teve conseqüências nefastas para a sociedade mundial.
2. A Inglaterra - nosso país - inventou o futebol, mas só conseguiu ser campeã mundial em 1966, roubando escandalosamente da Alemanha na partida final. Para se livrar da equipe do Brasil, campeã em 1958, foi contratada a seleção portuguesa, cujos jogadores literalmente arrebentaram em campo o sr. Edison Arantes do Nascimento, vulgo Pelé.
3. Nesse mesmo país chamado Brasil (que fica em uma das Américas, não sei bem em qual), a Bossa Nova perdeu público a partir de 1966, e deu lugar a um movimento chamado Tropicalismo. No final da década de sessenta, os maiores ídolos musicais do Brasil eram Caetano Veloso, Francisco Buarque de Holanda, Djavan, Gilberto Gil, Paulinho da Viola e Sérgio Mendes. Com exceção do último (que migrou para os EUA), todos os outros viraram os denominados ícones musicais. Alguns viraram ícones de verdade (vide caso ACM).
II.1 - OS BEATLES No dia 6 de julho de 1957, um sábado, apresentou-se na Garden Fete, em Liverpool, um grupo de skiffle chamado The Quarry Men. O líder da banda, um jovem de 16 anos chamado John Winston Lennon, conheceu outro rapaz da cidade, chamado James Paul McCartney. Em resumo, formaram uma banda que, depois de algumas variações em sua formação, tornou-se o grupo de maior sucesso da história da música. De 22 de março de 1963 a 11 de abril de 1970 lançaram 13 LPs (discos arcaicos, gravados em um material chamado vinil, e que eram ouvidos, entre chiados e estalidos, em aparelhos chamados vitrolas) e dezenas de compactos, chegando muitas vezes ao topo das paradas de todo o mundo.
O grupo começou a se desfazer oficialmente em uma quinta feira, 10 de abril de 1970, com a saída de McCartney. Foram apresentados, como justificativa para a dissolução do grupo, motivos econômicos, artísticos e pessoais: nenhum dos outros Beatles suportava o mau hálito da nova companheira de John Lennon, uma performática japonesa chamada Yoko Ono. John, ao contrário, não queria outra coisa na vida, e não aceitava que a chamassem de "bafo de onça":
- Cumé que ocêis sabem? Ela nunca abriu a boca, nem prá sorrir!....
A separação dos Beatles nunca foi devidamente compreendida. Apresentaremos a tese de que o VERDADEIRO MOTIVO da dissolução do grupo está ligado aos fenômenos paranormais, e conseqüências imediatas, causados pela entidade conhecida como BILL PUXOS.II.2 - BILL PUXOS Escavações na Mesopotâmia mostraram que os primeiros povos a viver na região (Assírios e Caldeus) fazem referência a um deus "de quatro cabeças,oito pernas e quatro pingolins", entidade à qual atribuíam o poder de fazer o vento soprar de cima para baixo.
A narrativa épica de Gilgamesh faz referência a quatro sábios denominados BLLPXS, surgidos subitamente no alto de um monte de estrume, cujos feitos ficaram conhecidos como Os Doze Trabalhos de Hrcls. Estudando a língua dos caldeus, o professor grego Noilopmahs descobriu que, na época dessas escritas, os nomes próprios não tinham vogais. Por aproximação, concluiu que os sábios chamar-se-iam, na verdade, Bill Puxos. Os Bill Puxos inventaram, entre outras coisas, a música. Era um tipo de melodia ensinada nas praças e bosques, de pessoa para pessoa, mas infelizmente não temos meios de recuperá-la. Um dos quatro Bill Puxos tentou escrever as músicas em tábuas de barro, mas, como as letras da época eram chamadas de cuneiformes (palavra que vem do aramaico em forma de cu), todas as músicas ficavam com o mesmo som, algo assim como ôôôôôô... Desistiu.
Hoje acredita-se que Bill Puxos seja uma entidade grupal extraterrestre, cuja presença na Terra deva-se à necessidade de refrear um pouco a evolução do gênero humano. Há provas irrefutáveis da presença desses mentecaptos alienígenas em várias fases da História Universal, conforme relatamos abaixo:1. Todos os estudos sobre civilizações antigas apresentam relatos sobre a chegada de seres diferentes, com roupas estranhas, e que terminaram por mesclar-se com a população local. Lendas como a da Atlântida e da Lemúria fazem parte dos contos da formação das antigas nações.
Um desses mitos refere-se a um local conhecido apenas por Lamúria. Era uma ilha próxima à Lemúria, e sabe-se apenas que era habitada por homens que viviam se queixando de tudo, resmungando numa lamúria sem fim.
- Veja, meu sapato já furou...
- Sorte sua, que ainda tem sapatos: olha só a sola dos meus pés, é chaga pura...
- Você reclama de barriga cheia, ainda tem pés!... E eu, que me arrasto sobre os cotocos que me sobraram...
E assim por diante, nada de sorrisos, entusiasmo ou qualquer sentimento positivo. Foi na Lamúria que Bill Puxos - em sua forma tríplice - incorporou-se e deixou suas primeiras contribuições. De cara, ensinaram a agricultura e os selvagens aprenderam a plantar bananas. Jogavam fora o conteúdo, mas guardavam as cascas para pregar peças nos outros. Organizavam uma espécie de gincana semanal, do tipo câmera secreta, onde se mijavam de rir das sacanagens que aprontavam uns para os outros.
Nos mergulhos que fez para tentar entender o fim da Lamúria - que desapareceu em circunstâncias clismáticas nunca esclarecidas, possivelmente um cataclisma - - o navegador grego Jacknassis Kustavas encontrou uma pedra espetacular, na qual podem ser vistos desenhos que mostram o aspecto dos tres Bill Puxos que lá viveram: Haram Ha, Phynga e Aurum. Note-se a semelhança impressionante destes com os Puxos brasileiros atuais.2. Nos desenhos encontrados na caverna de Catsolini Fiori, Itália, encontramos um relato da possível primeira intervenção billpuxesca na história do homem: o processo da invenção da roda. O desenho mostra que a primeira roda criada pelo Homem das Cavernas era quadrada! Tratava-se de uma tentativa da mente primitiva em facilitar o transporte nas arcaicas carroças utilizadas. É óbvio que as rodas promocavam solavancos monstruosos quando as carroças eram puxadas, com enorme esforço, pelos próprios homens primitivos (ainda não haviam inventado o boi). Para solucionar o problema, os extraterrestres Bill Puxos inspiraram os trogloditas a fabricar a RODA TRIANGULAR! Um avanço baseado na lógica: tendo uma ângulo a menos que a roda quadrada, a triangular daria um solavanco a menos! Perfeita idéia, mas que nunca pode ser colocada à prova, pois ninguém conseguiu fazer a roda triangular dar uma volta sequer. Puto da vida, o selvagem billpuxos arrancou as duas rodas triangulares e percebeu - para sua alegria - que a carroça rolava leve e solta apoiada apenas no eixo redondo! Estava inventada a roda. O triângulo - antes usado como roda - passou a ser carregado junto com a carga que era puxada, servindo para travar a roda quando a carroça era estacionada em uma descida. Esse costume -colocar um triângulo no chão quando um carro pára na pista - permanece até os dias de hoje.
3. Na Idade Média houve rápidas incorporações. Uma das mais conhecidas foi a transformação do Bill Puxos em "Arautos das Horas", sujeitos vestidos de palhaços que andavam pelas vilas e cidades tocando um sino e cantando - de hora em hora - uma música espalhafatosa, cuja letra dizia sempre: são tantas horas, e tudo está bem! Dia e noite, esses babacas serviam como relógios humanos, cantando seu refrão mesmo durante as tempestades, pestes ou invasão dos bárbaros. Não sobraram registros da música que acompanhava o refrão, pois não havia ainda escrita musical condizente.A melodia era transmitida de pai para filho, verbalmente. Como esses arautos cantavam a melodia de hora em hora, esse tipo de ensinamento ficou conhecido como tradição oral.Nos dias de Ano Novo era cantada uma música especial, cujo ensino - por acontecer apenas uma vez por ano - ficou conhecido como tradição anal.
4. Eis uma foto impressionante, (clique aqui!) feita por volta de 1905, na região onde hoje é a Austria. Vemos, com toda a nitidez, uma banda múltipla de Bill Puxos - Das Bund Puxs - posando durante uma cantoria. Vejam a criatividade do grupo: o violão com dois braços, onde o artista tocava o solo e o acompanhamento ao mesmo tempo. É claro que essa manobra provocava dores lancinantes nos braços do executante, que sempre dizia - ao fim das apresentações - :
- Para tocar tudo de uma vez, só com puta dor nos braços!
Esse processo de aperfeiçoamento musical evoluiu para a invenção do aparelho que foi chamado, por causa da famosa frase, de computador, que os músicos de buteco usam hoje. Atualmente um disquete toca - de uma vez - todos os instrumentos. O "músico" só faz o karaokê, agarra o cachê e desemprega outros profissionais.
Um detalhe da foto: o mulequim que aparece no canto, apontado pela seta, é filho de um dos tocadores de harmônica, um guri esquistão chamado Adolfinho.Ficou tão transtornado, ao ouvir as músicas que a banda tocava, que alistou-se para lutar na Primeira Grande Guerra, chegando ao posto de cabo. Depois da guerra entrou na política, tornou-se chanceler, líder e ditador na Alemanha, tendo sido o causador da Segunda Grande Guerra. Seu livro autobiográfico - Minha Luta - contém detalhes reveladores de como o som billpuxesco pode apodrecer a mente humana, se for usado para o mal.III - ERAM OS BEATLES UNS BILL PUXOS? Sabemos, sem qualquer dúvida, que a humanidade vem evoluindo -tecnologicamente - de modo muito rápido e assustador. Os donos do poder - em qualquer das fases da história do Homem na Terra - vem demonstrando ignorar que o nosso planeta é um organismo vivo, e não uma grande privada.
Os mentores cósmicos do Universo vêem com apreensão esse problema, e enviaram os Bill Puxos para, através do humor, da criatividade e da sacanagem, refrear a avalanche técnica e devolver aos homens a alegria de viver.
Como vimos acima, a entidade foi detectada em vários períodos da História, e sabe-se lá o que mais aprontaram. O grande problema é que os energúmenos espaciais gostaram do nosso planeta, e começaram a tomar decisões próprias em suas encadernações mais recentes.
Nossa tese é que os quatro alienígenas, num rasgo de solidariedade cósmica, tentaram - e conseguiram por vários momentos - encadernar-se nos quatro Beatles, Lennon, McCartney, Harrison e Ringo Star.
Não é nosso escopo analisar as razões billpuxescas para escolher os meninos de Liverpool. Talvez o sucesso que faziam, a Beatlemania dos anos sessenta, pudesse servir de palco para a arte puxesca. Sei lá, isso não é problema meu. Eles poderiam ter escolhido,por exemplo, os Golden Boys, ou mesmo Renato e seus Blue Caps. Quiseram os Beatles, paciência...Demonstraremos, a seguir, que os Beatles - que iniciaram a carreira como uma poderosa banda de rock and roll, fazendo covers de Chuck Berry, Little Richard e outros, foram utilizados por Bill Puxos em muitos momentos de seu trabalho.
IMPORTANTE: Nos documentos abaixo, a entidade apresentar-se-á em sua forma tríplice, na qual o quarto elemento original é absorvido pelos outros tres.
Apresentaremos abaixo uma série de observações, devidamente documentadas e expalanadas na mais rigorosa forma científica e aristotélica. Todas as citações de livros e letras musicais são rigorosamente verdadeiras. Ao final do trabalho o leitor encontrará a bibliografia das citações.
1. Na letra da música I am the walrus - composta quando John estava totalmente possuído pela entidade - há três pistas evidentes:
a) o próprio título. Nas brumas de suas viagens, Lennon ouviu o nome do Billpuxos que se ocupava dele: era o Aurum, o puxos dourado. Por ser inglês e , pior, de Liverpool, o Beatles não conseguiu escrever corretamente o som que ouvira, grafando I AM THE WALRUS ( EU SOU O AURUS!). A prova cabal dessa nossa descoberta é o fato de um dos Bill Puxos atuais - os brasileiros - chamar-se Auro.
2. A primeira frase da música "I am he, as you are he, as you are me and we are all together" (Eu sou ele, assim com você é ele, assim como você é eu (sic), e nós somos todos juntos). A entidade Aurum alternou o uso de Lennon e Paul MacCartney, em várias ocasiões, e isso estava visível para John. Quando compunha a letra da música, ao lado de Paul, Lennon sentiu que ambos eram a mesma pessoa e escreveu o verso de abertura. Na verdade, o Aurus estava nos dois, criando a música que julgavam compor. Em outra música, composta pouco depois, Lennon volta ao assunto, dando outra dica: "and here's another clue for you all: the walrus was Paul!" (e aqui está uma outra pista para vocês todos: o Aurus era Paul!) - música Glass Onion.
3. Na mesma música, John afirma "I am the eggman, they are the eggman, I am the walrus". A palagra eggman (homem-ovo) é, na verdade, anagrama de "gg name", isto é, aquele que tem dois gês no nome. Segundo o papiro de Psew Dhópodis, o Bill Puxos era também chamado de O Grande Grupo, nas cerimônias onde não era permitido falar seu nome verdadeiro. Essas cerimônias secretas aconteciam nos porões das pirâmides, regadas a vinho e aspiração ritual da fumaça de cânhamo indiano, com músicas e danças alucinantes. Conhecidas como Maconharia, essas sessões incorporam rituais tribais que culminavam com um lauto banquete chamado Larih Kha Braba. Desses cerimonial complexo, permanecem apenas as tradições das reuniões e dos banquetes, com a devida substituição do cânhamo por tabaco, e do nome da sociedade por Maçonaria. Pois bem, o que Lennon disse, em linguagem hermética, foi "meu nome é GG (Great Group), eles são o Great Group, mas eu sou o Aurus!"
4. Paul McCartney recebeu a música Yesterday como presente do Bill Puxos, durante o sonho. Conforme suas próprias palavras: "eu caí da cama. Eu tinha um piano ao lado da cama e eu devo ter sonhado aquilo, porque eu rolei da cama e pus minhas mãos sobre o piano e eu tinha a melodia em minha cabeça. Estava inteirinha lá, uma coisa completa. Eu não podia acreditar, veio tão fácil. Na verdade, eu não acredito que a tenha escrito. (grifo nosso) - veja aqui a reprodução do texto original. Trata-se de uma evidente encadernação musical, onde apenas o corpo de Paul foi usado para transcrever a música, que se tornou a mais gravada de toda a história da música moderna. Além das palavras textuais do próprio McCartney, assumindo que a música não era dele - e sim do Bill Puxos - vejam essa simples frase da letra do Yesterday, onde Paul admite que perdera parte de sua autonomia: "Suddenly, I'm not the half man I used to be" (De repente, eu não sou a metade do homem que eu era) . É claro, ele se sentia como uma pizza meio-a-meio: mezzo Paul, mezzo Puxos!
5. Uma das mais estranhas gravações do Beatles foi You know my name, look for the number. Apenas Paul e John foram usados no processo de compor e gravar essa música, além do falecido e piradão Stone Brian Jones e seu saxofone. O título da música - que é, na verdade, TODA a letra gravada - é uma mensagem cifrada: você sabe meu nome, procure o número. John e Paul, no estúdio da Apple, realizaram uma verdadeira salada de ritmos estranhos e palhaçadas sonoras, incorporando vários Puxos, com diversos sotaques e estilos de canto. Ouça alguns trechos da música, e comprove essa afirmação. Quanto ao número a ser procurado, há controvérsias: os apocalípticos afirmam tratar-se do famigerado 666, o que é uma estupidez! Bill Puxos tem surgido, em sucessivas reencadernações, com a finalidade de refrear o progresso da humanidade e acrescentar humor e alegria ao mundo. Jamais deu sinais de anunciar qualquer tipo de besta destruidora, mesmo que alguns imbecis façam suas cagadas alegando influência billpuxesca. Vários estudos, usando computadores de última geração, tentam descobrir que catso de número é esse, mas, até agora, nada! Uma corrente (chamada Yokonanista) diz que o número é o NOVE, devido à estranha música Number Nine (disco branco dos Beatles). Não cremos. A versão mais provável, considerando-se a tendência billpuxesca de mentir sempre e sacanear todo mundo, é que o procurado número seja o CINCO, exatamente aquele usado por um governante de um paiseco da América do Sul (qual é o nome, mesmo?), que mostrava os dedos da mão durante sua campanha eleitoral. Sacanagem por sacanagem, a própria eleição desse príncipe sulamericano parece ser obra puxesca.
6. Essa estranha fotografia ( clique aqui) registra um momento mágico: a primeira tentativa de encadernação do Bill Puxos nos Beatles. Como se nota, os quatro estão usando as roupas de banho do Pateta, e dançando um tipo de can-can, ou vaudeville. As pessoas presentes no momento da foto declararam que os Beatles cantavam um refrão repetido, algo assim como "Le Lili, Le Lili, Le Lili!...". Considerando que eles tinham acabado se apresentar na França (junho de 1965 - alguns dias depois que Paul tinha "composto" Yesterday) , os estudiosos garantem que essa incorporação tentou transformar os quatro em uma espécie de Maurice Chevalier à quarta potência. Não há como negar que o verso referido faz parte de uma música dos atuais Bill Puxos, uma canção que envolve dança e sapateado, chamada LE PIPI.
7. Não há menor dúvida: o momento da incorporação total deu-se em abril de 1966, durante as gravações do LP Revolver. O uso de Cannabis - relatado em todas as biografias do quarteto - abriu as portas de suas mentes, e o Bill Puxos entrou com tudo. John Lennon, àquela época ainda o efetivo líder da banda, foi o primeiro a sentir o golpe: em Revolver desembestou a criar sons e efeitos musicais revolucionários. Na música Tomorrow Never Knows (que significa Amanhã ninguém sabe, nome idêntico ao de uma música de um sambista brasileiro e também suposto billpuxos, chamado Francisco Buarque), descobriu que podia tocar as fitas magnéticas ao contrário e o som continuava perfeitamente inteligível para sua mente billpuxesca. Os solos de guitarra dessa canção foram feitos dessa maneira. Mais tarde, nos últimos segundos na música Rain, Lennon fez o mesmo com sua própria voz.
8. John Lennon foi o mais billpuxesco dos quatro. Reproduzimos abaixo o texto original e a tradução de uma entrevista que deu em 1967 à BBC de Londres:
JOHN: "If I am on my own for three days, doing nothing, I almost completely leave myself. I'm at the back of my head. I can see my hands and realize they're moving, but it's like a robot who's doing it. I have to see the others to see myself. Then I realize there is someone like me so it's reassuring. We were recording the other night, and I just wasn't there. Neither was Paul. We were like two robots going through the motions.
(Tradução)
Se eu estiver sozinho por três dias, não fazendo nada, eu praticamente saio de mim. Eu fico por trás de minha cabeça. Eu posso ver minhas mãos e percebo que estão se movendo, mas é como um robô que esteja fazendo as coisas. Eu tenho que ver o outro para ver a mim mesmo. Então eu percebo que há alguém como eu mesmo que está assumindo. Nós gravávamos a outra noite, e eu simplesmente não estava lá. Nem o Paul. Nós éramos como dois robôs que apenas faziam os movimentos. (grifos do tradutor).
Leia no texto (em espanhol), o trecho onde Lennon declara, literalmente, declara que sua "felicidade é estar como possuído, como um médium", "de modo que estou deitado e então chega essa coisa como algo completo, letra e música...". Quanto à música Across the Universe, John disse que "me atirou fora da cama. Tenho que escrevê-la". Segundo o autor do livro Un dia en la vida, Lennon e McCartney sabiam que "eram grandes compositores de canções, mas de onde elas provém sempre foi um mistério, inclusive para eles."
Agora não é mais: Bill Puxos é a resposta!9. O Sargeant Pepper era a banda Bill Puxos verdadeira, que tomou o lugar de John, Paul, George e Ringo. Ao contrário do que se acredita, não eram os Beatles travestidos, mas sim outros indivíduos! Isso pode ser comprovado quando se assiste ao desenho animado Submarino Amarelo. Recomendamos que todos vejam esse interessante e lúdico documento científico, onde a verdade verdadeira é escondida atrás de uma história simples e infantil. Vejam o argumento: os verdadeiros Beatles moram em Liverpool, e são levados pelo comandante do Submarino Amarelo até a Terra da Pimenta, onde os Bill Puxos foram aprisionados pelos Maus Azuis. Os Beatles TOMAM O LUGAR DOS PUXOS e libertam o país! Vejam que impressionante algumas frases do filme.
- Mas eles são iguais aos originais! - diz o Velho Líder da Terra da Pimenta, olhando para os Beatles.
- Nós SOMOS os originais - responde Lennon.
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- Olhem, acenem! - diz Ringo ao ver as figuras dos Bill Puxos (com trajes idênticos aos seus) passando em outro submarino.
- Eles são nós em outra dimensão - explica Lennon.
III - CONCLUSÃO Os fatos e os documentos falam por si. Quem conhece os Beatles, sua música e sua história, certamente estará abismado frente a essas aterradoras descobertas:
- Como!? Eles não eram eles?
Eles eram eles, sim, mas receberam mais da natureza cósmica: o poder billpuxesco de transformar a realidade, de criar arte e fazer o povo feliz. Depois de ler esse meu trabalho, ninguém mais ouvirá a música Yesterday com o mesmo espírito desavisado de antes; cada vez que puderem ver o desenho Yellow Submarine, as pessoas vão se lembrar que aquilo é um documento filosófico, esotérico e espiritual, tal qual a Tábua de Esmeralda, de Hermes Trimegisto.
É preciso estar atento: Bill Puxos estão de volta, e em um país do terceiro (ou quarto?) mundo, que ainda pretendo conhecer. Um pesquisador de minha estirpe tem o dever de ir fundo em seu trabalho, mesmo que me custe a carreira. Preciso ouvir essa reencadernação atual do Bill Puxos, que adotou o sugestivo nome de Bill Puxos e seus Thenesmos.
Deixo à banca examinadora o difícil trabalho de avaliar minha obra. Se de algo duvidar, consulte as fontes. Se, por um acaso, ainda restarem dúvidas, procure conhecer os billpuxos atuais, que possuem um site na Internet, com o evidente endereço de www.billpuxos.com.
IV - BIBLIOGRAFIA PARA OS CÉTICOS, AQUI A FOTO DE PARTE DA BIBLIOGRAFIA ESTUDADA - Miles, Barry - The Beatles, a diary - Omni Press, 1998, London, UK - 319 pg.
- The Beatles - The Beatles Anthology - Apple Corps Ltde., 2000, London, UK - 369 pg.
- Hertsgaard, Mark - Los Beatles, un dia en la vida - 1995, Grijalbo Ed., Barcelona, Spain - 397 pg.
- Miles, Barry - Paul McCartney, many years from now - 1997, DBA arts, São Paulo, Brasil - 777 pg,.
- The Beatles Complete Scores - full transcription - 1989, , HAL, Leonard - Milwaukee, USA - 1136 pg
Os céticos que duvidarem dessa bibliografia podem clicar aqui e ver as obras.